Quando entrares no aconchego deste rancho, pendure no cabide de tua humildade, todas as tuas mágoas e preconceitos. E se mesmo assim tiver ainda algum orgulho, que este seja o de ser gaúcho!!



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domingo, 17 de outubro de 2010

A Lenda da Gralha Azul

Há muito tempo atras, nos campos de Lages, levava-se uma vida tranqüila e pacata. Só as festas quermesses, casamentos ou pixuruns quebravam a sua monotonia.
Admiradores respeitosos de suas coisas, os serranos se surpreendiam vendo surgir onde menos se esperava, novos grupos de pinheiros, e por mais que o fizessem, não conseguiam explicações para o fato.
Conta-se que num certo tempo, esta gente serrana foi surpreendida por uma forte trovada.
Em meio á correria e gritos, recolheram as criações e se abrigaram em suas casas junto ao fogo de chão. Um dos moradores atreveu-se a olhar a tempestade, desrespeitando as crendices populares de que dizia ser perigoso olhar a tempestade. Ele viu uma cena jamais vista.
Ele conta que no meio da tempestade uma avezinha ( a gralha azul), estava tentando se abrigar da tempestade, e um dos pinheiros gigantesco estirou os seus braços e acolheu a pobre ave.
O morador foi correr para chamar o povo para ver, mas um clarão o surpreendeu e disse a ele que era para ele contar a todos o que tinha visto e tomar por exemplo.
Maravilhado o morador passou a explicar ás pessoas que era a gralha a responsável pelo aparecimento de tantos pinheiros. Ela enterrava o pinhão para se alimentar no inverno, e esquecendo do lugar onde escondera, ela buscava outros, deixando na terra a semente de novos pinheiros. Fora portanto um gesto de gratidão que o pinheiro se envergava para proteger a pobre ave. A partir daquele dia todos souberam o porque dos pinheiros sem que alguém os plantassem.

sábado, 16 de outubro de 2010

Origens

Bom.. Eu sou Carolina Perdoná Marian, tenho 15 anos, sou estudante, AMO o tradicionalismo, lidas campeiras e tudo que envolve o meio rural (axo que puxei o Sr. Gilnei). Meus pais sao Gilnei Juciel Marian e Luciane Perdoná Marian. Meu pai AMA o tradicionalismo e tudo que envolve o meio rural, já minha mãe nao é assim tão apaixonada quanto nós, mas modestia parte, ela é uma artista, faz de tudo... "Pinta e borda" hehehehe. A Gabriela é como eu e o pai mas é bem mais dinâmica. Minha outra irmã que faleceu se chamava Marilia, também era tradicionalista e amava o Cerrito, apesar de não morar mais aqui, e era uma menina cativante e LINDA. Nós somos comerciantes e o pai é também cerealista.